Crítica | Logan (2017)

 

 

O que perfaz um herói? Em plena idade de ouro de adaptações BD, onde nenhum herói parece estar acima do “super”, cada vez menos produtores se recusam a mandar a sua acha para a fogueira e as opiniões são variadas. A Disney insistiria na leveza, carisma e potencial de diversão, a Warner Brothers faria o argumento contrário a favor da soturnidade e individualismo, a Fox atiraria várias ideias à parede a procura da resposta mais rentável e as restantes entidades chorariam enquanto se ocupam a salvar o Cinema de si próprio. Estes paradigmas assentam-se na própria diversidade de tom dos livros que ao longo dos anos executaram um slalom entre estilos distintos (Ex: #1, #2, #3, etc.) que iam de encontro às sensibilidades particulares da época em que estavam inseridos, resultando nas décadas de conteúdo diverso que temos ao nosso dispor. Contudo a hegemonia Marvel/Disney neste sector cedo tornou o mercado das adaptações numa fábrica onde tudo o que entra está destinado a sair prezando o humor e a acção enquanto se debate com qualquer conceito mais maduro, o que atribuiu ao género o seu sucesso comercial quase tão rápido como uma noção previsível de monotonia que praticamente condenou toda e qualquer tentativa de colorir fora destas linhas.

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2016 e o Cinema

 

Este ano, de forma a assinalar o fim de 2016, o Ócio decidiu fazer algo diferente e editar um pequeno vídeo onde é feito um apanhado daquilo que o Cinema nos deu no ano transacto assim como a apresentação do top 10 oficial da equipa do blog.

Esperemos que gostem.