Crítica: Batman v Superman – Dawn of Justice (2016)

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Mesmo depois de uma largada desapontante com “Man of Steel”, 2013 marcou oficialmente o momento em que a DC se juntou à corrida pelo tesouro que é o mundo geek ao marcar a sua presença na Meca do suor – a Comic-Con de San Diego – com a revelação de que o seu próximo filme iria finalmente juntar os “World’s Finest” em carne e osso . A julgar pela electricidade presente no ar desde então, a leitura de um breve excerto do famoso “The Dark Knight Returns” de Frank Miller e o vislumbre de um logotipo foi o suficiente para colocar desde logo a gigante das BD a um passo de ombrear o MCU da rival Marvel em termos de importância. E porque não? Para além de serem duas das mais reconhecidas e acarinhadas personagens em todo o Mundo puderiam também gozar do sucesso bombástico da recente trilogia de Christopher Nolan que ajudou a colocar o nome do Cavaleiro das Trevas no pedestal de onde este tinha caído nos anos 90. Restava agora fazer algo semelhante com o novo Super-Homem – a personagem de cariz ligeiro cuja nova origem soturna não lhe fez grandes favores – e garantir que a caracterização dos restantes membros da Justice League não se conformaria totalmente ao mesmo filtro emocional cinzento do filme anterior.

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