Sobre Star Wars: The Force Awakens… – Parte I

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Este texto contém spoilers do filme Star Wars: The Force Awakens

 

Dez anos depois da tão malfadada trilogia de prequelas ter deixado a veia cinematográfica do franchise em modo de repouso, “Star Wars” está de volta em força no grande ecrã e nas montras de tudo o que é estabelecimento comercial. Desde a sua mudança de casa em 2012 para longe das mãos do seu criador George Lucas – na mesma altura em novos filmes foram anunciados – o burburinho dedicado ao mundo dos Jedi e dos sabres de luz foi alimentado a pipeta pelos leves mas constantes updates da maior e mais agressiva campanha de marketing desde a idade de ouro de Hollywood. Aos poucos o ambiente começou a ficar preenchido pela aura febril de todas as coisas “Star Wars” e par alguém que nunca havia sido um fã da saga esse preenchimento cedo passou a saturação. Ver Kylo Ren, Rey e companhia por toda a parte em toda a paragem de autocarro, montra, outdoor, anúncio publicitário, fundo de site e página de rede social foi semelhante à experiência de ser bombardeado pelas fotografias de uma ex-namorada com a qual nos separámos de forma desagradável. Contudo a precisão exímia da epidemia fez com que esta acabasse por transbordar de grupo para grupo até atingir aqueles que, tal como eu, nunca foram fãs da saga e encaravam o lançamento do 7º capítulo com moderada atenção. Ouvir a música de John Williams acompanhar o voo da Millenium Falcon foi o golpe de misericórdia que pôs fim a esse sentimento. Vislumbrava-se agora uma vontade que não estava lá antes e “The Force Awakens” passou de um “Linda Reis” a um “Gustavo Santos” na escala de interesse. Não muito depois, ainda a medo, o mal ficou feito: o bilhete foi reservado e começou a contagem decrescente para o dia do Despertar.

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O ano de 2015 em Posters

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Fim do ano significa, entre outras coisas, o regresso da catadupa de listas dedicadas ao melhor e pior do que se fez durante 12 meses em tudo desde o Cinema até ao Jornalismo. Nunca querendo ficar fora da histeria sazonal, a equipa deu seguimento à prática que iniciou o ano passado de recolher, analisar e seleccionar os mais admiráveis posters que representam títulos do ano passado. Após breve mas calorosa deliberação chegou-se a um consenso de 50, abaixo representados em toda a sua glória, por nenhuma ordem específica que não seja a alfabética.

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