Quem tramou Josh Trank?

trank_header copy

 

 

O acto de bater no megalómano sistema de estúdios de Cinema americano é algo que uma generosa porção de seguidores destas andanças – eu incluído –  tem tendência a executar ad nauseam como mecanismo ventilador de frustação para com o estado actual da indústria. Por vezes é apenas um sintoma de intitulação não merecida. Em outras ocasiões é apenas uma oportunidade para nos regozijar-nos com a podridão que vaza da imagem limpa e infalível desse neo monte Olimpo. Este é um desses casos. Se estiveram minimamente ligados às notícias do mundo do Cinema durante as últimas semanas, certamente terão ficado a par do lançamento desastroso do mais recente “Fantastic Four”, uma das franquias Marvel que o estúdio Fox insiste em não deixar regressar a casa. Depois de 3 tentativas falhadas de estabelecer um Universo com o o nível de adoração (e rentabilidade) ao nível do franchise-irmão “X-Men”, o estúdio decidiu apostar num realizador jovem, cheio de ideias e vindo do mundo das produções indie, uma prática comum em blockbusters mais recentes. O seu nome era Josh Trank e assim começou o seu calvário.

Ler mais…