#JeSuisCharlize – Parte I: Êxodo

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Fomentado pelo boom das redes sociais, o tópico da prevalência da mulher na Sociedade ganha todos os dias dezenas de novos adendos que visam assinalar o quão longe ainda estamos de alcançar um ambiente onde homens e mulheres possam viver em igualdade. Os diferentes ramos de cultura popular – principalmente a TV, o Cinema e os videojogos – são um dos domínios de caça predilectos para activistas do novo mundo focarem a sua atenção em busca do próximo alvo a abater e todos os dias a lista cresce. Hoje em dia é rara a propriedade que escape ao escrutínio incansável de quem há muito se convenceu que em tudo há uma agenda escondida baseada em discriminação e ódio, agendas essas que , ironicamente, costumam ser o ponto de partida de todas estas trapalhadas. Os tópicos de raça e sexo ocupam quase sempre um lugar de destaque nestas campanhas, algo pouco anormal se considerarmos as diferenças entre os vários elementos mas que toma um carácter mais bizarro quando se verifica que a maioria deste movimento é formada por um sector demográfico específico: caucasianos – principalmente mulheres – de cabelo colorido com tons garridos e com um índice de massa corporal superior ao seu QI.

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